8 modelos provam que a Gurgel era incrível

Pra quem não sabe, o Brasil já teve uma incrível fabricante de automóveis, desenvolvida pelo engenheiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, a Gurgel Motores S.A. fabricava veículos 100% nacionais.

Tudo começou em 1969 na Avenida do Cursino, em São Paulo, onde mais tarde mudou sua sede para Rio Claro, em 1975.

Durante 27 anos, a montadora produziu aproximadamente 30 mil veículos genuinamente brasileiros, até o fim em 30 de setembro de 1996.

Gurgel X12 Tocantins

O X12 perdurou por praticamente toda a existência da Gurgel. O X12 Tocantins é um jipe compacto da Gurgel. Em 1976 foi lançada a versão ‘’’TR’’’, e disponíveis com capota de lona ou rígida, contando ainda com o modelo esportivo.

Aaron Brick / Wikimedia

Aaron Brick / Wikimedia

Gurgel G15

O G-15 é um veículo com versões monovolume e picape produzido pela Gurgel. Com design parecido com o X15. Utizava motorização identica a de um outro modelo da marca, o x12, suportava cerca de 1200 quilos de carga. Era um veículo realmente muito funcional.

reprodução

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Gurgel XEF

O primeiro minicarro da marca. O XEF é um sedan compacto produzido pela Gurgel por 6 anos. Era luxuoso na época de sua produção. Não há estimativa correta a respeito do número de unidades vendidas, mas só 145 unidades foram produzidas.

Olimor / Wikimidia

Olimor / Wikimidia

Gurgel Itaipu

O Itaipu é um modelo de porte mini da Gurgel, sendo o primeiro automóvel com motor elétrico desenvolvido na América Latina.

Esse modelo chegava até 50 km/h, pode não parecer muito, mas levando em consideração que ele tem autonomia de 60 a 80 quilômetros e nos grandes centros brasileiros a velocidade não passa muito disso…

reproducão

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Gurgel BR-800

Um marco na história da empresa. O BR-800 foi fabricado de 1988 a 1991, quando foi substituído pelo Supermini, sua evolução. A Gurgel Motores S/A funcionou até 1994, mas a marca foi posteriormente adquirida pelo empresário Paulo Freire Lemos em 2004 e voltou a existir hoje. Veículo urbano apresentado em 1987, considerado o primeiro automóvel genuinamente brasileiro. De concepção peculiar e em diversos aspectos avançada para a época, era muito leve e compacto. Lançado ao público em versão definitiva no Salão Anhembi de 1988, teve produção iniciada em 1988, como modelo 1989.

Olimor / Wikimedia

Olimor / Wikimedia

Gurgel Supermini

O Gurgel BR-Supermini é a “evolução” do Gurgel BR-800, ele foi a resposta da Gurgel aos novos 1.0 da concorrência. Seguindo a mesma proposta de seu antecessor, é um carro exclusivamente urbano compacto e econômico, as maiores diferenças estão no desenho mais moderno, acabamento e potência. Diferentemente do BR-800 o Supermini não é 100% brasileiro, o câmbio é argentino. Em relação ao seu desenho, ele ganhou algumas “curvas” que fizeram sua aparência melhorar, agora com um acabamento de melhor qualidade como o painel mais bem desenhado, bancos altos e melhores, interior todo acarpetado e o entreeixos 10 cm maior. A versão SL (a mais comum) contava com equipamentos como conta-giros, relógio analógico, toca-fitas com antena no teto, brake-light, repetidores de pisca no teto, banco traseiro bi-partido e outros, enquanto seus concorrentes na faixa dos 1.0 sequer ofereciam retrovisor do lado direito ou encostos de cabeça.

Marcelo Bezerra Cavalcanti

Marcelo Bezerra Cavalcanti

Gurgel Motomachine

O Gurgel Motomachine era um veículo à primeira vista estranho, era excepcionalmente quadrado, pequeno e que podia carregar apenas dois ocupantes com pouquíssimas bagagens. O detalhe mais óbvio e aparente, eram suas portas, que eram compostas de acrílico, permitindo ao ocupante ver o chão rodando e causar a sensação de liberdade que se tem em uma moto. Possuía um motor simples e pequeno, porém muito versátil, tinha 800 cilindradas.

Henrique Dombroski / Wikimedia

Henrique Dombroski / Wikimedia

Gurgel Carajás

O Gurgel Carajás foi o maior utilitário fabricado pela Gurgel. O grande porta-malas e o relativo conforto o diferenciavam dos demais jipes nacionais. Produzido nas versões Standard, LE e VIP, os modelos inicialmente planejados seriam: MM (Modelo Militar), TL (Teto Lona), RL (Rígido Lona) e TR (Teto Rígido), mas somente o último foi produzido em série. A partir de 1988 foi oferecida a versão com 4 portas, tendo a traseira mais longa e o teto pouco mais alto.

Marcelo Bezerra Cavalcanti / Wikimedia

Marcelo Bezerra Cavalcanti / Wikimedia

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