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Back fire em veículos movidos a GNV pode ser evitado com manutenção preventiva

Para evitar o back fire, a NGK recomenda a manutenção preventiva das velas e cabos de ignição, importantes fontes de diagnóstico de problemas no motor. No caso de veículos convertidos a GNV, a checagem dos componentes deve acontecer todo ano ou a cada 10.000 quilômetros, já que uso do GNV aumenta o desgaste das velas e cabos de ignição.

4 de abril de 2011, Automóveis

Fenômeno pode resultar na perda de desempenho do veículo (foto: divulgação)

Fenômeno pode resultar na perda de desempenho do veículo (foto: divulgação)

Os donos de automóveis movidos a GNV (sigla de Gás Natural Veicular) devem ficar atentos a um problema comum nesse tipo de veículo, o back fire. Decorrente regulagem incorreta do kit GNV, o fenômeno pode resultar na perda de desempenho do automóvel, danos no sistema de admissão (coletor de admissão e filtro de ar) e desgaste prematuro das velas de ignição. A NGK, principal fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, faz um alerta para que os motoristas fiquem atentos, inclusive pelo fato de causar maior emissão de poluentes na atmosfera e consumir mais combustível que o normal.

O back fire é o retorno da chama pelo coletor da admissão durante a sobreposição das válvulas. Isso acontece quando as válvulas de admissão e escape abrem ao mesmo tempo e a queima na câmara de combustão ainda ocorre, gerando barulhos no motor, semelhantes a estouros.

De acordo com Ricardo Namie, chefe da Assistência Técnica da NGK, uma das principais causas do problema é o ponto de ignição atrasado. Como o veículo movido a GNV possui velocidade de queima menor, é necessário que o ponto de ignição do veículo seja adiantado.

“Para evitar esse tipo de problema, o motorista deve ficar atento à instalação e regulagem do kit GNV, que resulta em uma mistura pobre entre o ar e o gás, uma das causas do fenômeno”, explica Namie.

Para evitar o back fire, a NGK recomenda a manutenção preventiva das velas e cabos de ignição, importantes fontes de diagnóstico de problemas no motor. No caso de veículos convertidos a GNV, a checagem dos componentes deve acontecer todo ano ou a cada 10.000 quilômetros, já que uso do GNV aumenta o desgaste das velas e cabos de ignição.

“A revisão do carro aliada ao correto diagnóstico é a melhor forma de identificar a ocorrência do fenômeno. Outra dica é a utilização de velas de maior ignibilidade, como a Vela Green e Platina”, aconselha o profissional.

Para obter mais informações, ou em caso de dúvidas, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor NGK, por meio do telefone 0800 197 112 (ligação gratuita).

2 comentários, comente também

  1. renato mello disse:

    converti meu carro ,gol G4 1.0 flex, para GNV na DEL GAS e começaram meus problemas, o carro apresenta falha na partida ( embola parece que queima so 3 cilindros e foi piorando voltei várias vezes lá eles tentaram regulagem,troca do gerenciador de sinais e nada deu certo ate que o carro não pegou mais e eu fiquei na rua na mão á mercê da propria sorte. por favor qum puder me ajudar agradecerei muito.

    • Alan Proust disse:

      Amigo, instale um simulador de sonda inteligente. O simulador de sonda existente nos gerenciadores em geral normalmente são simuladores universais, o que desregula o módulo, principalmente de veículos flex, visto que a resposta da sonda lambda é diferente para determinadas rotações e combustivel.

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