A primeira audição “Interruption Love” pode nos dar uma idéia do que há por vir: uma música mais pessoal e bem diferente do que Jack White fez anteriormente. A julgar apenas por essa canção, tudo leva a crer que as raízes folk, country e bluegrass terão presença marcante.
Em 25 de abril 2005, “Faith” foi relançado em versão CD duplo, inserido na série de Universal Music Deluxe Edition, no qual teve a inclusão da canção “Carrage Visors”, de quase 30 minutos de duração.
Morrissey volta ao Brasil para três shows em março, depois de mais de uma década – a primeira visita foi em 2000. A atual vinda ao país faz parte de sua turnê pela América do Sul que inclui também Chile, Peru, Colômbia e Argentina.
Novamente produzido e co-escrito junto a Leo Abrahams, o álbum começa muito bem com “Unsung”, mas é no single (e único) “Brittle Heart” que o trabalho tem de mais Suede e um de seus melhores momentos. Segundo Brett Anderson, a canção foi inspirada em “Rise” do Public Image Ltda.
Tendo nos Beatles sua principal referência. Bandas aos montes surgiam com uma sonoridade similar e The Merseybeats foi uma das que se destacaram.
Pe Lanza, da banda Restart, levou uma pedrada na cabeça, em um show na cidade de Rio das Ostras, Rio de Janeiro, no último domingo (15). Seja quem for o infeliz, que talvez tenha pensado que estava fazendo “justiça” por causa do “pseudo-rock” do Restart ou simplesmente respondendo à música “ruim” deles, indignou muita gente.
O ano de 2012 está apenas começando, mas “The Lion’s Roar” é um forte candidato a um dos melhores álbuns do ano.
O filme contém também uma entrevista com a filha mais velha de Garcia, Annabelle, que fala com precisão sobre o papel da lenda da guitarra e ídolo entre os milhões de Deadheads.
O documentário tem previsão para sair ainda no primeiro semestre de 2012.
L.A. Woman é o álbum no qual o The Doors procurou rever suas raízes provindas do blues. Após passar por vários problemas, principalmente envolvendo Jim Morrison, a banda retornou com L.A. Woman. Gravado ao vivo no estúdio e com o mínimo de overdubs, é um disco básico de blues/rock sem muita frescura.
Lançado em 14 de julho de 1967, o álbum era a tentativa do Bee Gees em se adaptar à psicodelia aos moldes dos Beatles – pelo menos era essa a intenção.
A capacidade do War on Drugs de misturar o rock clássico dos EUA com krautrock, bandas modernas como Arcadia Fire, o rock inglês dos anos 80 – principalmente os grupos que privilegiavam as guitarras -, como se fossem velhos amigos, acaba por somar muito a favor.
Toda a falácia começou quando o hit nacional “Ai se eu te pego”; ganhou uma versão mais pop em inglês (“Oh, If I Catch You”) e foi capa da revista Forbes. O que vemos em grande parte de revistas e sites de notícias é que “Ai Se Eu Te Pego” ocupa “o topo das paradas européias” ou “liderança de vendas na Europa”.
Agora com produção de um produtor renomado não significa necessariamente em ter grande álbum – o Coldplay nunca entendeu isso e continua sofrendo de megalomania. Sorte para nós: os rapazes do Maroon 5 são modestos e artistas visivelmente mais simples. Mesmo que “Hands All Over” não seja uma inovação na carreira da banda, o álbum pelo menos é muito bem produzido.
Antes, apenas aqueles artistas mais “caretas” faziam discos natalinos, mas com o passar dos anos, isso foi se modificando e temos atualmente desde cantores de samba, pop, heavy metal, folk fazendo tributos ao Natal, seja por meio de álbuns completos ou apenas singles de Natal – até banda punk: os Ramones com “Merry Christmas (I Don´t Want to Fight Tonight)”, do álbum Brain Drain, de 1989.
O rap de Criolo é social, “é com a verdade” como ele diz. Ele não é o primeiro nem o último, mas é bem Brasil. Diferente daqueles rappers americanos (nos anos 80 era diferente). Lá, eles falam de mulheres, dinheiro, carrões; querem ter maçaneta de ouro e morar em mansões. Aqui, querem ter uma casa e sair da favela.
O álbum é fruto de suas experiências pessoais durante os últimos quatro anos. Sua estadia em Londres, daí a canção “London”, e principalmente viagens pela sua própria mente, por isso o titulo “Rabbits On The Run”, que de acordo com ela representa o simbolismo da mente flutuante, mas por pouco o álbum não se chamou “Tall Tales for Spring”.
Eddie Phillips foi guitarrista da banda inglesa The Creation nos anos 1960, grupo mod de relativo sucesso, principalmente no Reino Unido e Alemanhã (onde se concentrava a maioria dos fãs). Lançou um único álbum – “We are Painterman” (1967) – e uma pilha de singles. A banda durou entre 1965 e 1968, quando começou a sofrer sérias baixas em sua formação, incluindo a saída de Phillips. Ele chegou a ser substituído por Ron Wood, hoje nos Rolling Stones.
O show no Cine Joia foi tenso, a princípio. Houve um atraso de mais de 30 minutos (foram quase uma hora de espera) devido à forte chuva na capital paulista. A pedido da dupla, durante os primeiros 30 minutos do espetáculo, não se podia filmar ou fotografar a performance. Eles bem que tentaram controlar a incontrolável agitação brasileira – chamaram atenção várias vezes quanto ao barulho (Logo na primeira canção, ouviu-se um celular tocando.
Em comunicado à imprensa, Leonard Cohen relata que as canções tratam-se “das mais profundas questões da existência humana” como “amor, sexualidade, perda e morte”. A gravação de um novo álbum surge após a recente bem sucedida turnê mundial do cantor, a qual percorrer 31 países entre 2008 e 2009; seus melhores momentos ficaram registrados no CD + DVD “Songs From the Road” (2010).
O primeiro passo para promover o novo trabalho foi o lançamento de um vídeo teaser contendo, ao que parece, ser o novo som com algumas imagens curiosas. Mês passado veio à divulgação de “Pelican”, canção que constará em “Given to the Wild”, agora é o vídeo de 8:20 minutos no qual belas imagens da natureza é acompanhado por uma crescente e climática trilha sonora.